Check-up e prevenção
Consulta preventiva para identificar fatores de risco cedo e manter a saúde em dia, mesmo sem sintomas.
Saiba maisCuidado clínico completo para adultos e idosos: prevenção, diagnóstico e acompanhamento, com tempo para ouvir e explicar.

Avaliação clínica detalhada, revisão do histórico e dos exames e investigação cuidadosa da causa dos sintomas.
Check-up, controle de doenças crônicas e revisão periódica dos medicamentos, com um plano feito para cada paciente.
Toque em cada tema para ler uma explicação sobre a condição, os sinais de alerta e como é feito o acompanhamento.
Consulta preventiva para identificar fatores de risco cedo e manter a saúde em dia, mesmo sem sintomas.
Saiba maisCondição frequente e muitas vezes silenciosa, que exige acompanhamento para proteger coração, rins e cérebro.
Saiba maisAlteração do açúcar no sangue que pode ser controlada com acompanhamento, hábitos saudáveis e tratamento adequado.
Saiba maisAlteração das gorduras no sangue que aumenta o risco de infarto e AVC e pode ser controlada com acompanhamento.
Saiba maisAlterações da glândula que regula o metabolismo e podem causar cansaço, alterações de peso e do humor.
Saiba maisAcompanhamento do idoso com atenção a várias doenças ao mesmo tempo, ao uso de medicamentos, à memória e às quedas.
Saiba maisAvaliação de quadros como gripe, sinusite, bronquite e pneumonia, com orientação sobre tratamento e sinais de alerta.
Saiba maisAvaliação clínica antes de cirurgias para identificar riscos e preparar o paciente com mais segurança.
Saiba maisO check-up é uma avaliação de saúde feita de forma periódica, mesmo quando a pessoa se sente bem. O objetivo é identificar cedo fatores de risco e condições que costumam ser silenciosas no início, como pressão alta, diabetes e colesterol elevado, e orientar hábitos que protegem a saúde a longo prazo.
Todo adulto se beneficia de uma avaliação clínica periódica. A frequência e os exames solicitados variam conforme a idade, o histórico pessoal e familiar e o estilo de vida. Não existe um pacote único de exames que sirva para todos.
A avaliação começa por uma conversa detalhada sobre hábitos, sono, alimentação, atividade física, uso de medicamentos, vacinação e doenças na família. Em seguida vem o exame físico, com medida de pressão, peso, circunferência abdominal e outros pontos conforme a necessidade.
No retorno, os resultados são explicados com calma e transformados em um plano prático: o que manter, o que ajustar e quando reavaliar. Quando necessário, o paciente é encaminhado a outras especialidades, com a clínica médica coordenando o cuidado.
Exames anteriores, lista ou receitas dos medicamentos em uso e informações sobre doenças na família ajudam a tornar a consulta mais completa.
A hipertensão arterial é a elevação persistente da pressão nas artérias. É uma das condições mais comuns na vida adulta e, como raramente causa sintomas no início, muitas pessoas só descobrem o problema em uma medida de rotina.
Na maior parte das vezes a pressão alta não dá sinais. Quando surgem, os sintomas costumam ser inespecíficos e não servem para saber se a pressão está controlada; por isso medir regularmente é importante.
O diagnóstico é feito com medidas repetidas da pressão, no consultório e, quando indicado, fora dele, com a monitorização residencial (MRPA) ou ambulatorial de 24 horas (MAPA). Exames de sangue, urina e eletrocardiograma ajudam a avaliar o risco cardiovascular e possíveis efeitos da pressão sobre os órgãos.
O tratamento é individualizado e combina mudanças no estilo de vida, como redução do sal, atividade física, controle do peso e moderação no álcool, com medicamentos quando indicados. O acompanhamento regular permite ajustar o tratamento ao longo do tempo.
Pressão muito elevada acompanhada de dor no peito, falta de ar, fraqueza em um lado do corpo, dificuldade para falar ou confusão exige atendimento de emergência imediato.
O diabetes tipo 2 acontece quando o organismo não consegue usar bem a insulina, o hormônio que leva a glicose do sangue para as células. O resultado é o aumento do açúcar no sangue, que ao longo dos anos pode afetar vasos, coração, rins, olhos e nervos. O pré-diabetes é a fase anterior, em que a glicose já está acima do normal, mas ainda abaixo do valor que define o diabetes.
Muitas pessoas não têm sintomas por anos. Quando aparecem, os mais comuns são:
O diagnóstico é feito com exames de sangue, como glicemia de jejum e hemoglobina glicada, e às vezes com o teste de tolerância à glicose. Pessoas com fatores de risco devem fazer o rastreamento mesmo sem sintomas.
O tratamento é individualizado e envolve alimentação equilibrada, atividade física e, quando indicado, medicamentos. O acompanhamento regular inclui a avaliação dos rins, dos olhos, dos pés e do risco cardiovascular, para prevenir complicações. No pré-diabetes, mudanças de hábito podem atrasar ou evitar a progressão para o diabetes.
Dislipidemia é o nome dado às alterações nas gorduras do sangue, como o aumento do colesterol LDL e dos triglicerídeos ou a redução do colesterol HDL. Ela não causa sintomas, mas favorece o acúmulo de placas nas artérias, o que aumenta o risco de infarto e AVC.
As alterações podem ter origem genética ou estar ligadas ao estilo de vida e a outras condições de saúde.
O diagnóstico é feito pelo perfil lipídico, um exame de sangue simples. A interpretação dos resultados leva em conta o risco cardiovascular global de cada pessoa, que considera idade, pressão, diabetes, tabagismo e histórico familiar.
As metas de colesterol são definidas de forma individual. O tratamento começa por mudanças de hábito e, quando indicado, inclui medicamentos. Exames periódicos permitem acompanhar a resposta e ajustar a conduta.
A tireoide é uma glândula localizada na parte da frente do pescoço que produz hormônios responsáveis por regular o metabolismo. Quando ela produz hormônio de menos (hipotireoidismo) ou de mais (hipertireoidismo), vários sistemas do corpo podem ser afetados.
Os sintomas costumam ser graduais e podem ser confundidos com estresse ou envelhecimento.
A avaliação inclui a consulta, o exame do pescoço e exames de sangue como TSH e T4 livre. Quando há aumento da glândula ou nódulos, a ultrassonografia pode ser indicada.
O tratamento depende da causa e é ajustado de forma individual, com acompanhamento por exames periódicos. Em situações específicas, o paciente é encaminhado ao endocrinologista para conduzir o caso em conjunto.
Com o envelhecimento, é comum conviver com mais de uma condição de saúde e usar vários medicamentos ao mesmo tempo. O acompanhamento clínico do idoso busca enxergar a pessoa por inteiro, preservando a autonomia, a independência e a qualidade de vida.
Algumas mudanças não devem ser atribuídas apenas à idade e merecem avaliação:
A presença de um familiar ou cuidador na consulta costuma ajudar bastante, tanto para relatar mudanças do dia a dia quanto para organizar os horários dos medicamentos e os cuidados em casa.
As infecções respiratórias estão entre os motivos mais frequentes de consulta. A maioria é causada por vírus e melhora em poucos dias, mas algumas situações, como a pneumonia, exigem avaliação médica e tratamento específico.
A avaliação clínica, com a escuta dos pulmões e a medida da oxigenação, costuma ser suficiente na maioria dos casos. Exames de sangue, radiografia de tórax ou testes para vírus podem ser solicitados quando indicados.
Infecções virais geralmente são tratadas com repouso, hidratação e alívio dos sintomas. Antibióticos são indicados apenas quando há infecção bacteriana; usá-los sem necessidade não acelera a melhora e favorece a resistência bacteriana.
Procure avaliação se houver falta de ar, febre que dura mais de três dias, dor no peito ao respirar, piora após melhora inicial ou sintomas em idosos e pessoas com doenças crônicas. Falta de ar intensa ou lábios arroxeados exigem atendimento de emergência.
A avaliação pré-operatória, também chamada de risco cirúrgico, é a consulta clínica feita antes de um procedimento. Ela busca identificar condições que possam aumentar os riscos da cirurgia ou da anestesia e organizar o paciente para que chegue ao procedimento nas melhores condições possíveis.
Ao final, o paciente recebe orientações sobre quais medicamentos manter ou suspender e quando, sempre em conjunto com o cirurgião e o anestesista. Um relatório é entregue para a equipe cirúrgica.
O ideal é agendar a avaliação com algumas semanas de antecedência, para que haja tempo de realizar exames e ajustar o tratamento de alguma condição, se necessário. Leve o pedido do cirurgião, exames recentes e a lista dos medicamentos em uso.
O clínico cuida da saúde do adulto de forma ampla: faz o diagnóstico e o acompanhamento das doenças mais comuns, organiza a prevenção, revisa os medicamentos e, quando necessário, encaminha para outras especialidades e coordena o cuidado entre elas.
Não. Você pode agendar diretamente pelo WhatsApp.
O atendimento no consultório é particular. Para mais informações, entre em contato pelo WhatsApp.
Documento com foto, exames anteriores (mesmo os mais antigos), receitas ou a lista dos medicamentos em uso e, se possível, informações sobre doenças na família.
Depende da idade, do histórico de saúde e dos fatores de risco de cada pessoa. Na consulta, o intervalo ideal e os exames necessários são definidos de forma individual.
Sim. O acompanhamento de idosos faz parte da rotina da clínica médica, com atenção às doenças crônicas, ao uso de vários medicamentos, à memória e ao risco de quedas. A presença de um familiar ou cuidador na consulta é bem-vinda.
O retorno é usado para avaliar os exames solicitados e ajustar o tratamento. As condições do retorno são informadas no momento do agendamento.
CRM-SC 9956 · RQE 4671Sou médico especialista em Clínica Médica e atendo adultos e idosos em consultório particular em Itajaí. Meu trabalho é olhar para a saúde da pessoa como um todo: ouvir com calma, investigar com cuidado e organizar o acompanhamento das condições crônicas e da prevenção.
Além do consultório, atuo como médico rotineiro do Serviço de Medicina Interna do Hospital Unimed Litoral SC e como professor das disciplinas de Clínica Médica e Geriatria do curso de Medicina da UNIVALI. Essa vivência entre hospital, ensino e consultório me ajuda a explicar cada etapa do cuidado de forma clara e a construir o tratamento junto com o paciente.
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